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Mostrando postagens de janeiro, 2008

Comportamento Geral

Gonzaguinha está na moda. Carnaval está na moda. É carnaval!!! Digo carnaval carnaval, e não o “feriado carnaval”. Ele era carnaval. Um comunistazinho que não aceitava as diferenças sociais, porém também não considerava o carnaval culpado disso. Muito menos a cervejinha gelada com a batucada após o trabalho. E nós estamos por aí... A rapaziada de Gonzaguinha parece estar voltando. Junto com o samba, a malandragem, os blocos de carnaval e a tristeza logo após a alegria. A moda gira, e trás de volta o que era bom e não teve o valor que merecia. O carnaval carioca é o que há! Tim Lopes deixou muita saudade naquela reportagem em que finge ter uma câmera de brinquedo e filma de verdade. Aquilo foi uma idéia brilhante, de um verdadeiro folião. Nesse ano pretendo preparar uma mamadeira de dois litros de vodka com alguma fruta, vestir uma peruca qualquer e cair nas ruas do meu bairro, cantando a canção que me surgir. Deram-me essa oportunidade. Devo agarrá-la com unhas e dentes. E que tal ca...

Run, Forest, run!!!

Hoje de manhã eu precisava correr! Meu corpo e mente me imploravam por isso. Após uma semana de rotinas e gorduras, eu precisava mesmo correr. Ao decorrer desta crônica isso será melhor explicado! Drauzio Varella disse certa vez: O cérebro é uma máquina(ou coisa parecida) que exercitamos com a leitura e oxigenamos com os exercícios físicos. Não está entre aspas porque não foi exatamente assim que ele disse. Me apoiando nos ombros do gigante Drauzio, eu posso ir, com humildade, até um pouco além. Pelo menos a minha mente, para manter-se sã, necessita de suor, samba e cerveja. Ou algo parecido com isso. Gostaria de saber os efeitos químicos e físicos de um tambor batendo ritmado em uma tribo primitiva ou em uma rave (mais primitiva ainda). As constatações oculares são nítidas: Excitação coletiva e alívio dos estresses causados pelas rotinas. Ou o famoso “soltar dos bichos” O exercício físico também tem ritmo, então pode fazer o mesmo efeito em nosso cérebro. Baseado nisso crio agora algu...

Hoje é dia de arte!

Tenho dedicado muito tempo com futilidades e pouco tempo com coisas mais importantes no meu tempo livre. Aliás, O que é tempo livre? O que são coisas importantes? Importantes pra quem? Comecei muito mal esse texto! Vamos tentar novamente: Apesar de ter sido um dia normal de trabalho, consegui hoje dedicar parte do meu tempo, normalmente utilizado com cultura inútil, para admirar arte. E não foi a música, arte pela qual dedico parte maior do meu tempo. Tempo para artes, lógico! Assisti ao desfile da Osklen, pela GNT e ao filme Saneamento Básico. Ambos me tornaram um carinha mais feliz, pelo menos nesse fim de dia. Fizeram-me até escrever. Coisa que eu não fazia há um tempo. Escasso tempo para artes... O primeiro mostra a moda com o jeito Oskar! Sempre humilde, criativo, carioca, consciente e capaz de conquistar o mundo com essas qualidades. É aquela lojinha de Búzios, que cresceu comigo, chegando a Tókio e Europa, levando o estilo e a cultura carioca para a admiração de todos. O segundo...

Voltando

Keila não tem blog. Deveria ter! Muitos que o têm não deveriam. Meu blog possui aproximadamente uma leitora, talvez esse número dobre a partir de hoje, assim que eu publicar um artigo de Keila sobre Ilha Grande, que achei muito bom. E quem sabe Keila até arrume mais alguns leitores para mim. Não que eu esteja muito necessitado de leitores. Que bloguista fica esperando mais de seis meses por uma postagem que nem é do blogueiro? Cheguei de Ilha Grande doido para escrever algo sobre a viagem, mas Keila, mesmo sem blog, sacou mais rápido. Eis a postagem de Keila Costa, quem sabe eu também me animo... Sentir da Ilha Desde sempre ouvi falar que uma ilha era uma porção de terra cercada de água por todos os lados. O que eu não sabia era que as ilhas possuíam pés móveis por onde as alcançávamos mesmo pequeninos e distantes, a cada onda e balanço, sobre cascos duros arredondados; barcos com vela, barcos sem vela...acolhedores úteros do mar a esmo na sensação, mas bussolares no ritmo indescritíve...