Pular para o conteúdo principal

Filosofia Zeca

Existem ditados que sempre irão funcionar. Se conselho fosse bom... Para quem e até que ponto serve um conselho? Ultimamente alguns amigos meus têm prestado alguma atenção no que eu falo. Sob alguns pontos de vista sou um cara de sucesso. Não existe nada mais relativo que o sucesso. Mas será que o que eu tenho pra dizer serve para quem ouve?

A seleção de Felipão, em 2002, venceu a copa escutando “Deixa a vida me levar”. O Zeca é exemplo pra alguém? Sim! É! Pra alguns. Talvez para aquele carinha que sempre corre pra atender o celular quando este chama mesmo não tendo nada tão importante engatilhado. Aquele que se sente responsável pela vida de todos os familiares e funcionários o tempo todo. Esse tem que ouvir Zeca Pagodinho e seguir seus conselhos. Talvez o estresse de treinamento e cobrança por parte de empresários e torcida, tenha despertado em Felipão a brilhante idéia de Deixar a vida levar os jogadores e ele próprio.

Mas esse conselho serve para poucos. A maioria dos meus amigos já deixa a vida os levar mais do que deveriam. Talvez um conselho de um desses palestrantes estrelinhas ou livros de auto-ajuda do tipo “Sucesso é dor” serviria bem mais para a maioria deles nesse momento. Ou quem sabe um pouco de cada um.
Inagaki foi perfeito quando disse que era um perigo esses carinhas de sucesso repentino dizendo que é só você acreditar que você consegue. Assista o American Idol, e entenda o porquê.

Qual seria a sua música no momento? Qual seria o livro ideal pra você? Acho que você sabe disso melhor até do que seu terapeuta, e provavelmente não é o mesmo que eu preciso.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O fantástico mundo de Zezinho.

As coisas não estavam indo nada bem para Zezinho. Fez tudo errado no seu novo empreendimento. Perdeu o pouco que tinha e contraiu dívidas. Perdeu o gosto por esportes. O relacionamento afundou por intolerância das duas partes. Amigos cada vez mais minguados. Família então, nem pensar. Zezinho era o anti-social. Até que um dia Zezinho tomou uma decisão. Ele resolveu se mudar. Ele se mudou para a nova Passárgada . Ele se mudou para o fantástico mundo de Facebook. Agora Zezinho é bonito, rico e cheio de amigos. Ele não tocava nenhum instrumento. Mas no fantástico mundo de Facebook, sim, ele toca. Ele não viajava muito, mas agora ele viaja. Chove mulheres na sua horta. Todas elas lindas e com vidas muito interessantes, como a vida de Zezinho. Essa história que é uma mistura de Manuel Bandeira com matrix já está mais do que manjada. Só que ainda não sabemos o seu final. Meus fiéis 7 leitores, se é que ainda os tenho, poderão me ajudar. Dizem por aí que ninguém substitui quem morre. Mas sob

Joga futebol?

Fui criado em bairro. Bairro futebolístico. Onde se valorizava família, trabalho e futebol. Principalmente futebol. Meu pai era um bom boleiro. Principalmente quando eu estava vendo. Ele queria fazer bonito pro filhão. Zagueirão. Dava umas porradas lá de trás. Jogava bem. Domingo era futebol de manhã e depois cerveja. Para as crianças, salgados de boteco e refrigerantes. E escutar as conversas do pós-futebol. Era bom demais. Estar com o pai nessas horas é bom demais. Sempre que um amigo antigo de meu pai o encontrava a seqüência de perguntas era sempre a mesma: É seu filho? Sim... Joga futebol? É... É goleiro!(meio sem graça) Fui um bom goleiro. Até cansar. A minha relação com o futebol sempre foi de admiração e respeito. Muito longe da paixão. Bem diferente de meu pai. Um jogo de Brasil e Alemanha(feminino) me atrai bem mais do que um Vasco X Ipatinga. Meu sobrinho não leva jeito pro futebol. Ele gosta de dançar. Não vivemos na China, mas gostar de dançar break e imitar Michael Jackso

Vamos voar??

Nessa noite eu sonhei. Costumo sonhar. Adoro sonhar. Ainda mais quando é depois das  quatro da manhã. Pois o sonho se confunde com o sono leve e posso sonhar quase acordado. Nessa última noite fui contemplado por um desses sonhos. Sonhei que estava em uma linda montanha. Aqui no Brasil. Porém não sei onde. Mas era um lugar lindo de morrer(ou viver). Onde pilotos de Asa Delta faziam lindos vôos e provavelmente me levaram pra lá. Aliás, não sei como lá cheguei. O que mais me apaixonou no sonho foi o fato de alguém me dizer que eu deveria voar naquele dia, pois se eu era um piloto, eu saberia o que fazer. Fiquei empolgadíssimo com a ideia, pois o lugar era lindo. Uma pedra enorme à  minha esquerda com um corredor e precipício a direita. A decolagem teria que ser perfeita. Corridinha rápida e jogando pra baixo e pra direita pra cair colado no paredão. Tinha sol. Calor. Eu queria saber com qual asa iria voar. Alguém me disse que seria com a minha velha Air Bourne que estava gua